Para integrar e ampliar a nossa jornada evolutiva, existem inúmeras práticas meditativas que facilitam a integração e a corporificação do tempo da 4ª dimensão e suas extensões, tais como a Telepatia, a Sincronicidade e a Consciência Contínua.
Meditar é preciso. É um caminho que parte da sobrevivência e vai até a supervida multidimensional.
Acredita-se que a meditação tenha começado a ser desenvolvida na pré-história, por meio de três atividades constantes na vida do homem: a contemplação do fogo, a contemplação da caça e o êxtase na atividade sexual. Todas essas três atividades complementavam-se no cotidiano com o exercício da vigilância e com um profundo poder de observação, de sensação corpórea e do uso da mente instintiva.
No Oriente, há milhares de anos, a meditação tem sido a estrutura de base do conhecimento filosófico e do desenvolvimento da inteligência radial. Apresentada pelo Sr. Buda em meados do século V a.C., a meditação foi incorporada por diferentes linhagens filosóficas, dentre as quais a taoísta, a hinduísta e inúmeras escolas que ramificaram os ensinamentos de Buda, como o Zazen, o Vipassana e a Vajrayana. A meditação tornou-se uma fonte de cultura, moldando a sociedade como um todo integrado à mente, ao corpo e ao espírito.
No Ocidente, a meditação começou a ser difundida no século passado por grandes mestres espirituais como Osho, Yogananda, Krishnamurti e Chögyam Trungpa, todos eles orientais. A experiência positiva adquirida na cultura oriental, em contraste com as crises psicossociais e o aumento das doenças psíquicas no Ocidente, fez com que a meditação ganhasse seguidores e espaço na ciência, tornando-se um dos objetos de pesquisa mais curiosos e reveladores dos últimos tempos.
O avanço nas pesquisas neurocientíficas comprova que a meditação pode curar a dor do mundo, partindo da experiência de que, por meio dela, podemos curar a mente humana, seus sistemas de crenças não examinados e suas falsas percepções da realidade.


